segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

John Coltrane Quintet with Eric Dolphy (1961)

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John Coltrane Quintet with Eric Dolphy (1961)
MP3
320Kbps
Cover
RS.com: 90mb
Uploader; redbhiku


Personnel:
John Coltrane Quintet:
Eric Dolphy (flute & alto saxophone);
John Coltrane (tenor & soprano saxophone);
McCoy Tyner (piano);
Jimmy Garrison (double bass);
Elvin Jones (drums).

Tracks:
1. My Favorite Things 19:19
2. Mr. PC 11:16
3. Miles' Mode 10:37

Download abaixo:
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O pretexto

A pretexto de combater o terrorismo, George W. Bush, “o renascido em Cristo” tornou-se o pior terrorista da história.

A pretexto de combater o talibã, transformou o Afeganistão no maior produtor de heroína do planeta.

A pretexto de combater o narcotráfico, transformou a Colômbia no maior produtor e exportador de cocaína do mundo.

A pretexto de localizar armas de destruição em massa no Iraque, destruiu a Babilônia.

A pretexto de localizar armas de destruição em massa no Iraque, destruiu a Suméria.

A pretexto de localizar armas de destruição em massa no Iraque, destruiu a Mesopotâmia.

A pretexto de localizar armas de destruição em massa no Iraque, destruiu Ur, a cidade do Patriarca Abraão.

Não satisfeito em destruir mais de 45 mil sítios históricos - patrimônios da humanidade - saquear museus e bibliotecas, suas tropas assassinaram mais de 800 mil iraquianos, transformaram mais de quatro milhões em refugiados e converteram o país num imenso calabouço.

A pretexto de irradiar a democracia como a entende, o “renascido em Cristo”, acabou com o regime secular do Iraque.

De acordo com um relatório oficial do Gabinete do Orçamento do Congresso dos Estados Unidos, o custo total das invasões do Iraque e do Afeganistão poderá atingir dois trilhões e 400 bilhões de dólares até 2017.

A pretexto de “defender o mundo livre” suas tropas estão estacionadas em mais de uma centena de países.

Ao contrário do rei Midas, que transformava em ouro tudo o que tocava, “o renascido em Cristo” transforma em sangue tudo que toca.

E os muçulmanos é que são terroristas...

Publicado em Caros Amigos, dezembro,2007

Só Deus Sabe – 2007 (FILME)



Gênero: Drama

Áudio: Português/ Espanhol/ Inglês

Legenda: Português

Tamanho: 650 Mb (dividido em 7 partes)

Formato: RMVB (depois de descompactado)

Produção: Brasil/México

Créditos: mp3eAvi

Sinopse:
Dolores (Alice Braga) é uma brasileira, estudante de arte, que vive em San Diego. Quando viaja a Tihuna com suas amigas, ela encontra Damián (Diego Luna), um jovem e místico jornalista mexicano. É um passaporte perdido que os aproxima. Na Cidade do México, uma intensa paixão surge entre os dois, mas Damián guarda um segredo que pode separá-los para sempre. O Destino conduz o casal ao Brasil, onde Dolores precisa compreender os eventos que a cercam e Damián tem que tomar uma difícil decisão.

Yothu Yindi - Tribal Voice - 1992

Faixas:
01. Gapu
02. Treaty
03. Dharpa (Tree)
04. Tribal Voice
05. Dhum Dhum (Bush Wallaby)
06. Matmla (Driftwood)
07. Mainstream
08. Yinydjapana (Dolphin)
09. Djapana (Sunset Dreaming)
10. Hope
11. Gapirri (Stingray)
12. Beyarrmak (Comic)
13. Treaty (Filthy Lucre Radio Mix)

Download abaixo:

http://rapidshare.com/files/81607225/Yothu_Yindi_-_Tribal_Voice.rar

Yothu Yindi é uma banda australiana formada por aborígenes e não aborígenes.
As músicas combinam pop/rock com música tradicional aborígene.
Os tradicionais didgeridoo e clapsticks misturam-se à guitarras e bateria.
Créditos: Mp3eAvi

domingo, 6 de janeiro de 2008

O QUINTETO DA MORTE - 1955

O QUINTETO DA MORTE
(The Ladykillers, 1955, USA)




Imperdível! Excelente comédia de humor negro. Elenco de primeira e direção impecável. Infelizmente, aqui no Brasil, o filme vem sendo negligenciado, pois jamais saiu em DVD e mesmo em VHS não tenho notícia de que saiu. Há muito não passa na TV.

Tipo de arquivo: DVDRip.XviD
Áudio: Inglês
Legenda: PT-PT
Tamanho: 295 MB
Duração: 1:30

QUINTETO DA MORTE (The Ladykillers),1955, com Alec Guinness, Katie Johnson, Cecil Parker, Peter Sellers, Herbert Lom, Danny Green. Direção: Alexander Mackendrick. Indicado para Oscar de Roteiro e para o Bafta de Filme e Filme inglês, ganhando Bafta nas categorias Atriz inglesa (Johnson) e Roteiro inglês. Cores. 90 minutos. Livre.
A estréia do filme aconteceu no mesmo mês em que foi anunciada a venda da Ealing para a BBC. Ele forma, com As Oito Vítimas, de Robert Hamer, também com Guinness, a dupla de comédias de mais humor negro da Ealing, e é o melhor filme de Alexander Mackendrick. A personagem central é a viúva Louisa Wilberforce, encantadoramente interpretada por Katie Johnson, que nunca fez tão bem a típica velhinha inglesa, personagem que repetiu em outros filmes.

Ela mora numa decadente casa vitoriana, perto da estação ferroviária de St. Pancras. Vive freqüentando a delegacia local, onde já é bem conhecida, para falar sobre crimes que jura ter testemunhado. Mrs. Wilberforce admitiu um inquilino, o estranho professor Marcus, de dentadura proeminente e cara simpática. Este talvez seja o disfarce mais engraçado de Alec Guinness, que o ator Peter Ustinov costumava chamar de "o máximo poeta do anonimato". Marcus tem quatro bizarros companheiros, que o visitam regularmente, com a finalidade de - segundo explicam a ela - formar um conjunto que toca música de câmera. Na verdade, eles planejam um grande assalto a um trem, que traz um carregamento de dinheiro, e pretendem usar a casa como base de operações.

Adrian Hennigan, da BBC1, conclui assim um artigo sobre o filme: "Não é de se estranhar que Hollywood passou quase uma década tentando copiar ou refilmar O Quinteto da Morte. Graças a Deus, nunca conseguiram".
(Texto retirado do site Críticos.Com.Br)
http://www.criticos.com.br/tv/tv_interna.asp

* E continuam tentando, sem sucesso. Tom Hanks e seu "Matadores de Velhinhas" que o diga.

LINKS PARA DOWNLOAD:(atualizados)


A legenda devidamente sincronizada e anexadas ao filme...





Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4


Créditos: F.A.R.R.A. - Eudes Honorato
Senha para descompactação: http://farra.clickforuns.net









Tecnologia aumenta desigualdade de gênero no mundo


O acesso e a utilização das novas tecnologias estão abrindo brechas digitais, mas não só entre o mundo ocidental e os países pobres; também entre homens e mulheres, e neste caso não há distinções por zonas geográficas. Os dados que chegam dos países mais desenvolvidos indicam que as mulheres estão ficando para trás, que não têm tanto tempo quanto gostariam para navegar sem rumo determinado na Internet, que não encontram na rede o que procuram e que sua formação acadêmica, menos tecnológica que a dos homens, não favorece uma aproximação fluida do computador.

Por Carmen Morán, do El Pais



Como se explica, então, que entre as mulheres e os homens com diploma universitário haja de 15 a 20 pontos de diferença na hora de conectar um modem ou uma impressora? "Neste caso, como ambos têm os mesmos estudos, a lacuna se deve à sua especialização acadêmica. Os homens se matriculam mais em carreiras tecnológicas e elas em outros setores mais sociais, de humanidades ou saúde, e essa é outra brecha que aumenta cada vez mais em toda a Europa", explica a catedrática de Economia Aplicada da Universidade Complutense de Madri, Cecilia Castaño.


Algo parecido ocorre quando os estudos são inferiores: eles sempre levam vantagem nas tarefas mais complexas ao manejar programas de informática. "É uma questão educacional: aos meninos se transmite mais confiança nas máquinas", afirma Castaño.


Os homens e as mulheres com estudos universitários também não passam o mesmo tempo na Internet; entre ambos há uma diferença de 20 pontos. Elas alegam falta de tempo, conteúdos que não lhes agradam e o uso que fazem do computador se circunscreve ao trabalho e algumas consultas de caráter prático. "Consultam possíveis empregos, assuntos relacionados à educação ou à saúde da família..." Mas os homens parecem ter tempo, porque parte de sua navegação é por lazer e consumo: esportes, a Bolsa, pornografia...


Usos distintos


A equipe de Cecilia Castaño passou um ano inteiro interpretando os dados da pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e comunicação (TIC) do INE (Instituto Nacional de Estatística) para escolher as diferenças entre homens e mulheres e buscar os porquês. Para isso reuniram um grupo de mulheres (estudantes universitárias, professoras de segundo grau, engenheiras e trabalhadoras da área de informática, empresárias com seus próprios negócios, teletrabalhadoras) e um grupo de homens com as mesmas características.


A partir daí puderam saber que eles passam mais tempo na Internet, a utilizam mais para questões administrativas, compras e transações bancárias; elas a usam menos e de forma mais prática, para resolver questões de saúde ou buscar informação laboral ou acadêmica. Também compram menos pela Internet e sobretudo produtos para o lar, enquanto entre os homens as aquisições mais habituais são de material de informática.


"A impressão mais clara é que transferiram os papéis habituais para o campo das novas tecnologias", afirma Castaño. Tanto que as mulheres usam mais o celular e o correio eletrônico para falar e relacionar-se, enquanto os homens dão utilidade mais prática a esses sistemas de comunicação.


Consultados homens e mulheres sobre essas diferenças, eles se atribuem maior interesse e destreza com as novas tecnologias, mas afirmam que as mulheres jovens já apresentam essas mesmas características. E opinam que os papéis de gênero marcam essa diferença.


As mulheres, por sua vez, indicam fatores sócio-educacionais históricos e uma incorporação tardia da mulher ao trabalho como uma das causas de sua aproximação mais difícil às novas tecnologias. Também pensam que a mulher tem maior habilidade verbal que tecnológica, o que na sua opinião favorece os homens. Mas queixam-se de que os conteúdos que encontram estão muito pensados para os homens e que também influem os fatores econômicos.


"Quando em uma família há jovens estudantes, é mais provável que haja computador e que os pais queiram navegar com eles, mas isso sempre beneficia o pai e afeta negativamente a mãe. Ela não encontra tempo, exatamente por atender outras tarefas relacionadas aos filhos, enquanto para o pai acompanhá-los aumenta seu contato com o computador", afirma Castaño.


Os estudos e a menor relação da mãe com o computador exercem uma grande influência nos filhos, mas essa questão as pesquisas não indagam.


Questão de talento?


A criatividade e o talento são fatores que as empresas dizem levar muito em conta na seleção e promoção do pessoal. Também são apreciadas no setor das novas tecnologias, pelo visto, embora os homens continuem ocupando os cargos de responsabilidade e as mulheres expondo queixas tradicionais que as impedem de quebrar o telhado de vidro tecnológico.


Nas entrevistas mantidas com diretoras e mulheres membros de conselhos administrativos do setor de novas tecnologias (sete mulheres e dois homens), percebe-se que entre os homens que chegaram aos altos cargos há uma experiência prolongada na empresa, pontilhada por promoções. Enquanto isso, as diretoras passaram por outros setores e demonstraram capacidade de adaptação e uma grande paixão por seu trabalho. "A maioria delas faz malabarismos para conciliar sua vida de trabalho e pessoal e teve de fazer sacrifícios. Eles também reconhecem obstáculos para avançar, mas pagam o preço com mais prazer", diz o estudo de Cecilia Castaño.


"Fala-se em talento, mas quem o mede?", diz Castaño. "Na hora da verdade, nos postos de responsabilidade das empresas entram pessoas mediante cotas políticas, nem sempre por talento. E as mulheres costumam ser invisíveis nisso", explica. Castaño dá o exemplo da Orquestra Sinfônica de Boston: "Nunca entravam mulheres, até que fizeram uma audição às cegas; não se via o aspirante, e aí a coisa mudou".

Créditos: Vermelho

Livro de contos de Woody Allen faz sátira mordaz dos EUA


Antes da consagração no cinema, Woody Allen já era reconhecido nos EUA como comediante que se apresentava em clubes noturnos e programas de rádio e TV e também como escritor de contos humorísticos publicados por revistas de prestígio, como The New Yorker, da qual é colaborador desde 1966. Cuca Fundida (1971), Sem Plumas (1975) e Que Loucura! (1980) trazem seletas preciosas desses textos, agora reforçadas por Fora de Órbita, que reúne 18 contos de "mera anarquia", como sublinha o título original.


Ainda que seus livros anteriores tragam um humor mais explosivo e iconoclasta, o retorno ao mercado editorial equivale ao que representou o lançamento alvissareiro do filme Match Point para sua carreira no cinema: eis o bom e inconfundível Woody Allen, mesmo que não seja o de safra mais notável.

O formato dos contos varia, mas o princípio é o mesmo: submeter o cenário social, cultural e político dos EUA a uma sátira devastadora com referências eruditas. Em alguns casos, notícias de jornal são ponto de partida para tramas insólitas (e trocadilhos que perdem força na tradução).

Em Uma Surpresa Abala o Julgamento de Disney, Mickey Mouse testemunha em processo movido pelos acionistas do grupo contra o ex-presidente Michael Eisner. Cuidado, Magnatas Caindo satiriza produtores de Hollywood; A Rejeição, milionários de Nova York cujos filhos estudam em escolas de elite; e Assim Comia Zaratustra, livros de dieta. O humor de Allen, bendito seja, não tem compromisso com nada. (SR)

Filme novo

No livro de entrevistas Conversations with Woody Allen, de Eric Lax, o cineasta conta que o argumento do ainda inédito Cassandra's Dream -rodado na Inglaterra, com estréia no Brasil prevista para 1º de maio- foi desenvolvido, a partir de 2001, como peça a ser encenada pelo Atlantic Theater, de Nova York.

Mais tarde, concluiu que "não poderia mostrar toda a ação no palco" e optou por levar a história para o cinema. É um "drama muito sério e sombrio", segundo ele, sobre dois irmãos (Colin Farrell e Ewan McGregor) que pedem empréstimo a um tio (Tom Wilkinson) para pagar dívidas e são surpreendidos por ele com a proposta de retribuir o dinheiro com um crime.

Allen já rodou também seu próximo longa-metragem, Vicky Cristina Barcelona, filmado na Espanha, com Scarlett Johansson (que trabalhou com ele em Match Point e Scoop), Penélope Cruz, Javier Bardem, Rebecca Hall e Patricia Clarkson. Boa parte da equipe técnica foi recrutada na própria Espanha, como o diretor de fotografia basco Javier Aguirresarobe, que assinou Os Outros, Fale com Ela, Mar Adentro e Sombras de Goya.

Fora de Órbita
Autor: Woody Allen
Editora: Agir
Quanto: R$ 35 (240 págs.)
Avaliação: ótimo

Fonte: Folha de S.Paulo

Jane Duboc - From Brazil To Japan (1996)




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O Principe das Marés - 1991 (The Prince Of Tides)



Formato: rmvb/DVDRip
Áudio: Inglês
Legendas: Português/BR
Duração: 2:12
Tamanhos: 569 Mb
Dividido em 7 Partes
Servidor: Rapidshare


Sinopse:

Tom Wingo (Nick Nolte) é um treinador de futebol americano desempregado da Carolina do Sul, que vai a Nova York apoiar a irmã, uma poetisa, que tentou o suicídio. Lá ele se envolve com Susan Lowenstein (Barbra Streisand), a psiquiatra que cuida da irmã, mas seu casamento em crise e seus filhos, além de um terrível segredo de família, perturbam sua mente.






Elenco


Barbra Streisand (Susan Lowestein)
Nick Nolte (Tom Wingo)
Blythe Danner (Sallie Wingo)
Kate Nelligan (Lila Wingo Newburry)
Jeroen Krabbé (Herbert Woodruff)
Melinda Dillon (Savannah Wingo)
George Carlin (Eddie Detreville)
Jason Gould (Bernard Woodruff)
Brad Sullivan (Henry Wingo)
Maggie Collier (Lucy Wingo)
Lindsay Wray (Jennifer Wingo)
Brandlyn Whitaker (Chandler Wingo)

Direção: Barbra Streisand

Curiosidades:

- Recebeu 7 indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Nick Nolte), Melhor Atriz Coadjuvante (Kate Nelligan), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Trilha Sonora.

- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator - Drama (Nick Nolte), sendo ainda indicado nas categorias de Melhor Filme - Drama e Melhor Diretor.

- Na versão em laserdisc de O Príncipe das Marés há uma sequência nos créditos finais em que Barbra Streisand canta a música "Places that Belong to You".

Créditos: Fórum - Mordred-RJ

LINK´S:(novos)
http://www.4shared.com/video/_pH0ZLxi/O_Principe_das_Mars__1991_Lege.html

sábado, 5 de janeiro de 2008

Geraldo Vandré - Canto Geral [1968]




Nasceu na Paraíba e sempre se interessou por música, participando dos festivais do colégio onde estudava e chegando a apresentar-se no rádio, em um programa de calouros. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1951 com a família, onde conheceu pessoas ligadas ao meio artístico, como o compositor Valdemar Henrique, Baden Powell e Luís Eça. Na faculdade se ligou ao movimento estudantil, em especial aos CPCs (Centros Populares de Cultura) da UNE (União Nacional dos Estudantes). Conheceu Carlos Lyra, que se tornou seu parceiro em músicas como "Quem Quiser Encontrar o Amor" e "Aruanda", gravadas por Lyra. Gravou seu primeiro LP, "Geraldo Vandré", em 1964, com as músicas "Fica Mal com Deus" e "Menino das Laranjas" (com Theo de Barros), entre outras. No ano seguinte defende "Sonho de um Carnaval", de Chico Buarque, no I Festival de MPB da TV Excelsior. No ano seguinte vence a segunda edição do mesmo festival com "Porta-Estandarte", sua composição em parceria com Fernando Lona, defendido por Tuca e Airto Moreira. Depois da vitória parte em turnê pelo Nordeste com um conjunto que veio a se chamar mais tarde Quarteto Novo, e contava com Hermeto Pascoal, Theo de Barros, Heraldo do Monte e Airto Moreira. Vandré tornou-se cada vez mais famoso no ambiente dos festivais. Sua música "Disparada", interpretada por Jair Rodrigues, empata em primeiro lugar com "A Banda" de Chico Buarque no Festival da TV Record de 1966. No ano de 1968 "Caminhando (Pra Não Dizer que Não Falei de Flores)" conquista o segundo lugar no festival da TV Globo, apesar de ser favorita do público, perdendo para "Sabiá" (Chico Buarque/ Tom Jobim). Com a promulgação do AI-5 e o acirramento da ditadura, foi exilado, e morou no Chile, França, Argélia, Alemanha, Áustria, Grécia e Bulgária nos 4 anos que ficou fora do Brasil. Vandré tornou-se uma espécie de "mito" da resistência à ditadura, por ter ficado sem fazer shows no Brasil desde 1968. Apresentou-se no Paraguai em 1982 e 1985, rompendo mais de uma década de silêncio. Mais tarde compôs "Fabiana" em homenagem à FAB (Força Aérea Brasileira). Nos anos 90 foram lançadas coletâneas com obras suas.

Créditos: SomBarato


Faixas: