terça-feira, 15 de janeiro de 2008

La Città delle Donne(Cidade das Mulheres)


Cidade das Mulheres é um dos trabalhos mais oníricos da fase final do mestre Federico Fellini. Este DVD apresenta o filme em versão restaurada no formato widescreen, com muitos extras, incluindo um especial sobre a produção. Durante uma viagem de trem, Snàporaz (Marcello Mastroianni como o alter ego de Fellini) é seduzido por uma bela mulher. Seguindo-a, ele acaba vivendo uma fantasia, metade sonho, metade pesadelo; na cidade das mulheres, um lugar, onde por ser o único homem, é ao mesmo tempo reverenciado e julgado. Idealizado a partir de uma famosa cena de Fellini 8 ½, Cidade das Mulheres é uma fábula fascinante que merece ser redescoberta.

Gênero:
Drama/Comédia
Diretor: Federico Fellini
Duração: 133 minutos
Ano de Lançamento: 1980
País de Origem: Itália
Idioma do Áudio: Italiano
IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0080539/
Qualidade de Vídeo: DVD Rip
Vídeo Codec: XviD ISO MPEG-4
Vídeo Bitrate: 502 Kbps
Áudio Codec: 0x2000 (Dolby AC3) AC3
Áudio Bitrate: 48000 Hz Kbps
Resolução: 576x320
Tamanho: 734
Legendas: Anexas
Créditos:MakingOff - Silenzio

Critica:
Talvez seja mesmo A cidade das mulheres (La città delle donne; 1980) o filme mais irregular, mais desajustado, mais nervosamente filmado do cineasta italiano Federico Fellini. Uma certa má educação tipicamente italiana, uma forma grossa de se expressar está tanto na armação desorientada dos planos quanto na colagem arbitrária e alucinada dum plano no outro, bem como nas situações encenadas, todas elas exasperantes e exasperadas.

É impossível, mais uma vez, que o espectador domine a estrutura fílmica e as intenções do realizador. Fellini mistura tudo, com intenso barroquismo e sem grande rigor analítico ou método cerebral; a invasão sensorial de luzes e cores sobrepaira naquilo que seria a mensagem do diretor. Novamente um alucinante espetáculo de variedades cinematográficas para jogar no observador um clima de absoluto ilusionismo.

Fellini sempre foi muito afeiçoado ao erotismo e ao filme musical, sem praticar diretamente os gêneros, antes adaptando a atmosfera destas duas espécies à loucura grotesca de suas realizações. Em Os boas-vidas (1953), quando os noivos chegam de volta à cidadezinha e reencontram os amigos, há uma tocante cena de dança na rua. Todo o delírio barroco de A doce vida (1960) se inspira em transgressões eróticas. A cidade das mulheres tem muito de erotismo, com seu universo de mulheres que zombam do macho Snaporaz; e algumas danças.

Fellini também é um crítico da massificação cinematográfica. Em Roma de Fellini (1972), durante uma sessão de cinema, os espectadores movem coletivamente a cabeça meio para dentro da tela; em A cidade das mulheres há uma seqüência de masturbação diante duma exibição cinematográfica.

Há igualmente uma citação a Fred Astaire, como em Roma, antecipando Ginger e Fred (1985).

No início da fita, quando Mastroianni/Snaporaz cochila no trem, Fellini mostra em alguns planos intercalados um grupo de crianças que pula na parte de fora do vagão. Do ponto de vista da narrativa, estas inserções são absurdas e gratuitas; mas sabe-se que o movimento do trem é falso, cria-se a ilusão a partir dos saltos freqüentes das crianças. Ilusionismo e metalinguagem.

Imagens que se colocam rapidamente na tela, para em seguida dar lugar a outras. Vozerio estridente, todo o mundo fala ao mesmo tempo. Federico Fellini é um visionário das confusões dos tempos contemporâneos. (Eron Fagundes)
Coopere, deixe semeando ao menos duas vezes o tamanho do arquivo que baixar.

Arquivo(s) anexado(s)
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Arquivo anexado La.Citta.delle.Donne_City.of.Women.1980.by_Federico_Fellini.zip ( 44.15KB ) Downloads: 5

Eladio Reinón Latin Jazz Octet & Bebo Valdés - Acere

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Eladio Reinón Latin Jazz Octet & Bebo Valdés - Acere @ 320

01. Acere
02. Guajira para los pollos
03. The Big B
04. Mercedes
05. Montuno
06. Danza nº 2
07. La 2º Referencia

Total Size: 133,53MB
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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Henrique Cazes - Choro: Do Quintal Ao Municipal (1998)




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A Carne é Fraca
(A Carne é Fraca)

Este é um documentário feito por vegetarianos. Exibe imagens fortes e apresenta informações consistentes sobre o uso de animais na alimentação. Mostra abatedouros, granjas, chiqueiros, com imagens que chocam até mesmo carnívoros bem resolvidos. Traz também entrevistas com personalidades do mundo ambiental, como o jornalista Washington Novaes.

Aborda as consequencias do uso da carne na alimentação por vários ângulos. Destaco a impactante análise dos danos ambientais que as criações de animais geram em nosso planeta.

Assistam e tirem suas próprias conclusões.
Screenshots

Informações sobre o filme:

Gênero:
Documentário
Diretor: Denise Gonçalves
Duração: 54 minutos
Ano de Lançamento: 2004
País de Origem: Brasil
Idioma do Áudio: Português
Qualidade de Vídeo: DVD Rip
Tamanho: 636 Mb
Legendas: Sem Legenda

Créditos: MakingOff - João das Couves

Crítica:


Vídeo "A Carne é Fraca"
mostra realidade de abatedouros

O Instituto Nina Rosa - Projetos por Amor à Vida - lançou no dia 12 de novembro, durante o 36º Congresso Vegetariano Mundial - que aconteceu entre os dias 8 e 14 deste mês, no Costão do Santinho, em Florianópolis (SC) - o documentário “A Carne é Fraca".

Feito em quatro idiomas - português, francês, inglês e espanhol - o vídeo, que será distribuído para 400 organizações em todo o mundo, conta toda a "trajetória de um bife", desde o nascimento de bezerros e frangos até o abatedouro. “Muitas pessoas contribuem com a indústria da crueldade, que implica em danos sérios à saúde humana e ao meio ambiente, sem ter conhecimento disso. Nossa intenção é informar para que o cidadão possa fazer escolhas conscientes", explica Nina Jacob, presidente do Instituto.
Ao longo de 54 minutos, sob a direção de Denise Gonçalves, o documentário mostra aspectos da indústria da carne de aves e gado que normalmente não são divulgados. Além disso, também conta com depoimentos de técnicos ambientais, médicos, pediatras, de jornalistas como Washington Novaes, Dagomir Marquezi e Flávia Lippi; da socióloga Marly Winckler, presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e da veterinária Rita de Cássia Garcia.
Um dos destaques do trabalho é o impacto ambiental. Segundo este documentário, a região amazônica tem sido seriamente prejudicada pela pecuária, que ocupa uma extensão de terra, cada vez maior acarretando desmatamento e poluição de recursos hídricos.
Foram oito meses de pesquisa e filmagens em abatedouros considerados "modelos" nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Quem assistir ao vídeo verá que os animais são criados em pequenos espaços para que não gastem energia e, assim, apressar a engorda do boi, antecipando o abate. E também vai conhecer o processo de produção do “baby beef", em que os bezerros são separados das mães logo ao nascer.
Na análise de Nina Jacob, este trabalho será um divisor de águas para o consumidor brasileiro. "As pessoas ainda acreditam que o gado, por exemplo, é criado livre nos pastos, sem causar danos ambientais. Este trabalho é um direito do consumidor", finaliza.

(Retirado do site www.veganpride.com)


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Chávez e a imprensa refém

O irrefreável desejo de ridicularizar a operação internacional, montada pelo presidente venezuelano, para obter a libertação de reféns em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) marcou o viés político presente em editoriais e notícias de quase todos os grandes jornais brasileiros.

O “mico" é um dos jogos infantis mais conhecidos. Recortado o baralho e distribuídas as cartas, vence quem completar seus pares e não ficar com o simpático macaquinho, o único solteiro do jogo. É uma brincadeira simples e agradável que, respeitadas as especificidades, pode ser aplicada à análise da cobertura jornalística em determinadas circunstâncias. Em alguns casos, como nas recentes negociações entre Chávez e a guerrilha colombiana, é legítimo indagar: quem ficou com o mico?

O irrefreável desejo de ridicularizar a operação internacional, montada pelo presidente venezuelano, para obter a libertação de reféns em poder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) marcou o viés político presente em editoriais e notícias de quase todos os grandes jornais brasileiros. Podemos falar em torcida pelo fracasso, sem incorrer em exagero. Basta passar os olhos sobre o que escreveram conhecidos articulistas e donos de colunas.

Quando, no último dia de 2007, Hugo Chávez leu, na rede de televisão estatal venezuelana, um comunicado da guerrilha alegando que a intensa atividade do exército colombiano na região impediu que a operação se efetivasse, as oficinas de consenso festejaram mais uma " profecia que se auto-realizava".

Em ritmo frenético, muito se discorreu sobre "a farsa montada às vésperas do Natal para enganar a opinião pública mundial”. Os "narcoterroristas", enfim, admitiam ter mentido sobre o refém Emmanuel, filho de Clara Rojas, uma das 750 pessoas mantidas em cativeiro na Amazônia Colombiana. Com esse reconhecimento duas coisas ficavam patentes: a justeza da intransigência de Uribe e o " fato de Chávez não ter envergadura política, moral e psicológica para tomar para si o papel de negociador". Melhor, impossível, senhores editores. O mico estava com o líder bolivariano.

Estamos diante de algo que vai além de preferências pessoais. A produção jornalística só pode ser compreendida como lugar e objeto de articulações hegemônicas, espaço de representações simbólicas. A motivação da imprensa deitava raízes na desconstrução de lideranças latino-americanas e os significados de seus êxitos e fracassos. Havia dois reféns: Chávez e Uribe. O sucesso de um deles significaria o cativeiro político do outro. E cremos ser ocioso dizer por quem dobram os sinos da velha mídia.

A libertação de Consuelo Gonzáles de Perdomo e Clara Rojas provocou um terremoto no campo jornalístico. Não foi apenas a imagem de Álvaro Uribe que saiu enfraquecida no cenário internacional, mas toda uma estrutura narrativa. O êxito da segunda tentativa de libertação remete a questões que ultrapassam o fato em si.

Como destaca o professor Gilberto Dupas, coordenador-geral do Grupo de Conjuntura Internacional da USP e Presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais, “estamos falando de imagem com relação à América Latina, talvez. Em linhas gerais, eu diria que Uribe dá sinais de fraqueza. E, portanto, pode ser que isso apresse uma coisa positiva, que é uma aproximação do Uribe - e portanto da Colômbia - com uma aliança sul-americana, o que seria altamente desejável. Esse é um aspecto regional que tem peso. Por outro lado, você pode ver que os Estados Unidos estão muito quietos nessa história, não sabem bem como se posicionar, porque se ficar o bicho come, se correr o bicho pega" Com quem está o mico?

Sentencioso, o editorial da Folha de S.Paulo (12/01) insiste na tecla batida de forma orquestrada: "A libertação de Clara Rojas e Consuelo González tornara-se imperiosa para as Farc depois que se descobriu a farsa do menino Emmanuel - o filho de Rojas que a guerrilha colombiana prometera libertar, mas que não estava no cativeiro. Era a única maneira de amenizar um pouco a desmoralização dos seqüestradores flagrados na mentira, que respingou no patrocinador político da operação, o presidente Hugo Chávez". Melancólico, se espera mais de um editor. Que, ao menos, sofisme com mais requinte.

O desmentido cabal está na matéria de capa do diário argentino Página 12. Nela, Consuelo Gonzáles relata com precisão:

"No dia 21 de dezembro começamos a caminhar até o lugar onde iriam nos libertar, caminhamos quase 20 dias. Neste período, tivemos que correr várias vezes porque os militares estavam muito próximos, relatou. González inclusive denunciou que no dia em que Alvaro Uribe deu por suspensa a entrega, as Forças Armadas colombianas lançaram o pior ataque à zona em que se encontravam. "No dia 31 soubemos que iria ocorrer uma mobilização muito grande e no momento em que estávamos para sair, houve um bombardeio muito forte e nós tivemos que nos deslocar rapidamente para outra área".

Em outras palavras, a ex-refém confirma o que disseram Chávez e o comunicado das Farc. É fácil saber quem ficou com o mico. Com uma imprensa que, para cumprir o papel de porta-voz das oligarquias, ignora os próprios pressupostos que lhe conferem sentido.

Afrocubanismo - Chucho Valdés & Irakere

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Afrocubanismo - Chucho Valdés & Irakere @ 320

01. Anabis.mp3
02. Cha Cha Cha.mp3
03. Neurosis.mp3
04. Rumba Tonada.mp3
05. Estella a las Estrellas.mp3
06. Building Bridges.mp3
07. Xiomara.mp3
Uploader: Ibiza

Total Size: 144,08MB

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CIDADÃO KANE



Tipo de arquivo: RMVB
Tamanho: 461 MB
Qualidade: Boa
Legenda: Embutida
Cor: P/B

Créditos: Fórum - Eudes Honorato


Cidadão Kane
(Citizen Kane, 1941)
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 119 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1941
Direção: Orson Welles
Roteiro: Herman J. Mankiewicz e Orson Welles
Produção: Orson Welles
Música: Bernard Herrmann
Direção de Fotografia: Gregg Toland
Direção de Arte: Perry Ferguson e Van Nest Polglase
Figurino: Edward Stevenson
Edição: Robert Wise

Elenco:
Orson Welles (Charles Foster Kane)
Joseph Cotten (Jedediah Leland)
Dorothy Comingore (Susan Alexander)
Agnes Moorehead (Srta. Mary Kane)
Ruth Warrick (Emily Norton Kane)
Ray Collins (James "Jim" W. Gettys)
Erskine Sanford (Herbert Carter)
Everett Sloane (Bernstein)
William Alland (Jerry Thompson)
Paul Stewart (Raymond)
George Coulouris (Walter Parks Thatcher)
Fortunio Bonanova (Matiste)
Georgia Backus (Bertha)


Sinopse:

Aos 26 anos, precocemente, ORSON WELLES já demonstrava toda a sua genialidade neste grandioso filme que influenciou toda a história do
Cinema, para contar a vida de um magnata da imprensa, visivelmante
inspirado em William Randolph Hearst. Welles usou velhos recursos
cinematográficos como flashbacks e incorporou inovações impressionantes para a época, como a narrativa não linear e ângulos de câmera inusitados. Mesmo após mais de 50 anos, este filme ainda é um ponto de referência para a evolução da linguagem cinematográfica.
(Breve sinopse retirada do site Filmoteca)






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domingo, 13 de janeiro de 2008

Elomar, Geraldo Azevedo, Vital Farias e Xangai - Cantoria I - 1984


1-Novena
(Geraldo Azevedo - Marcus Vinicius)
2-Sete cantigas para voar
(Vital Farias)
3-Cantiga do Boi Incantado
(Elomar)
4-Kukukaya (Jogo da asa da bruxa)
(Cátia de França)
5-Ai que saudade de ocê
(Vital Farias)
6-Ai d’eu sodade (O ABC do preguiçoso)
(Folclore)
7-Semente de Adão
(Carlos Fernando - Geraldo Azevedo)
8-Viramundo
(Capinan - Gilberto Gil)
9-Cantiga do estradar
(Elomar)
10-Saga da Amazônia
(Vital Farias)
11-Matança
(Jatobá)
12-Cantiga de amigo
(Elomar)

Créditos: CápsulaDaCultura



Carmen de Godard
(Prénom carmem)

Poster
Sinopse
Vencedor do Leão de Ouro do Festival de Veneza, em 1983, Carmen de Godard, de Jean-Luc Godard, é sobre um grupo de jovens assaltantes que, no início da década de 80, planeja roubar um banco, para financiar a produção de um filme.

Carmen, vivida pela belíssima holandesa Maruschka Detmers, faz parte do grupo de bandidos. No decorrer da história, ela acaba se envolvendo com Joseph (Jacques Bonnaffé), um dos guardas que faz a segurança do banco. O tio dela, um cineasta recluso, é interpretado pelo próprio Godard. O romance dos dois acaba justificando longas cenas de nudez, usadas por Godard como um belo exercício de uso de imagem. Paralelamente, o diretor conta a história de um quarteto de instrumentistas que está ensaiando uma peça de Beethoven. Carmen de Godard é uma história sobre os conflitos da juventude na década de 80, sobre a interação entre o cinema e os recursos financeiros, além de um belíssimo ensaio sobre o corpo humano – quer esteja ele tocando instrumentos, fazendo amor ou violência.

Screenshots

Elenco:

-Maruschka detmers -Jacques banaffé - Myriem roussel - Cristhophe odent
-Pierre-alain chapuis - Bertrtand hiebert

Informações sobre o filme:

Gênero: Romance-drama
Diretor: Jean-Luc Godard
Duração: 81 minutos
Ano de Lançamento: 1983
País de Origem: França
Idioma do Áudio: Francês
Qualidade de Vídeo: DVD Rip
Formato de Tela: Tela Cheia (4x3)
Tamanho: 700 Mb
Legendas: No torrent
-Vencedor do leão de ouro do festival de veneza 1983 e do premio especial
- Imagem e som.
Scénario adaptation - Anne-marie miévilee
Photografhie - kodak - Raoul coutard - Jean-bernard menoud
Son - François musy

Créditos: MakingOff

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Eric Clapton - Just One Night [Live] - 1979


http://ecx.images-amazon.com/images/I/41vcDVQfewL._AA280_.jpg

Disco 1

1. Tulsa Time
2. Early In The Morning
3. Lay Down Sally
4. Wonderful Tonight
5. If I Don't Be There By Morning
6. Worried Life Blues
7. All Our Past Times
8. After Midnight

Disco 2
1. Double Trouble
2. Setting Me Up
3. Blues Power
4. Rambling On My Mind
5. Cocaine
6. Further On Up The Road

http://videomuzik.org/wp-content/uploads/2007/10/clapton.jpg

Créditos: LooloBLog