Professores e funcionários do
Instituto de Educação General Flores da Cunha, em
Porto Alegre, reúnem-se nesta sexta-feira para discutir a situação dos profissionais especializados que atuam com alunos portadores de necessidades especiais, informa a assessoria de imprensa do
CPERS/Sindicato. A Secretaria Estadual da Educação quer afastar do Instituto de Educação seis profissionais especializados em atender alunos com necessidades especiais. Dos seis, três trabalham com alunos com necessidades especiais; os demais estão trabalhando em outras funções, um dá aulas para o magistério, outro está no laboratório de informática e um terceiro cuida dos serviços de reprografia.
Na segunda-feira, os educadores se reunirão com os pais para discutir o problema. Não está descartada uma greve na escola. Segundo levantamento da escola, o índice de aprovação dos estudantes que têm o acompanhamento destes profissionais é de 80%. Segundo o CPERS, a política do governo Yeda Crusius tem sido a de colocar os alunos com necessidades especiais junto com os demais, sem que haja preparação dos espaços físicos e dos professores que atuam nas turmas em que estes alunos incluídos.
Este problema, alerta o sindicato, não é só do Instituto de Educação. Em Cachoeira do Sul, a Escola Estadual de Educação Básica Borges de Medeiros também teve o setor que atende alunos com necessidades especiais fechado.
Créditos:
Marco Aurélio Weissheimer
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